sexta-feira, 13 de maio de 2016

Adustina-Ba:Municipio começa a notificar os locais existe acúmolo de objetos depreciados em excesso.

Hoje(12)o coordenador de endemias,Jailson Rodrigues do Nascimento, visitou alguns locais onde existia prováveis focos do mosquito Aedes aegypti.
As visitas serão feitas com base no oficio Nº 136/2016-2ª PJP, da senhora promotora de Justiça da comarca de Paripiranga-Ba, no qual informa que o município deverá notificar todos os locais com excesso de objetos que possa ser depósitos de água parada propicio para proliferação do mosquito Aedes aegypti.

 O novo secretário de saúde , Carlos José Dantas Santana, está atendendo as recomendações da promotora de Justiça da comarca de Paripiranga Dra Ana Patricia.

Hoje (12) foi verificado pelo coordenador de endemias,  Jailson Rodrigues do Nascimento,  locais com acúmulo de objetos depreciados em excesso que serve  de criadouro do mosquito Aedes aegypti, os proprietários terão o prazo de 10 dias para devidas providências. 

 



Saúde precisa de orçamento e gestão, diz ministro Ricardo Barros


12/05/2016 20h26Brasília
Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil
Brasília - O relator-geral do Orçamento 2016, deputado Ricardo Barros, fala à imprensa (Antonio Cruz/Agência Brasil)
Ricardo Barros disse que é preciso gastar melhor os recursos da área da saúdeAntonio Cruz/Agência Brasil
O novo ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse hoje (12), após a posse no Palácio do Planalto, que a área precisa de “orçamento e gestão”. “Financiamento e recursos, é isso que vamos buscar com essa nova articulação que faremos a pedido do presidente Michel Temer”, disse o deputado federal indicado pelo PP, partido que tem apoiado o PMDB e o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.
O paranaense, de 56 anos, é engenheiro civil de formação, com especialidade em políticas públicas. Barros foi o relator do Orçamento de 2016. Perguntado se defende a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para o financiamento da saúde, Barros afirmou que o novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é quem responderá a essa questão. “A saúde precisa gastar melhor os recursos que tem e ampliar o seu financiamento. Isso acontecerá ao longo do tempo com os mecanismos que eu puder acordar com a área econômica.”
Microcefalia
Sobre o elevado número de casos de microcefalia, o ministro disse que é um problema grave que também terá prioridade. “Eu, como relator do Orçamento, destinei um fundo de R$ 500 milhões para a microcefalia que está sendo aplicado em pesquisa. Esperamos que possamos rapidamente eliminar o mosquito [Aedes aegypti]. A população brasileira precisa nos ajudar, especialmente os prefeitos, aplicando multas severas àqueles cidadãos que mantêm focos do mosquito da dengue em suas propriedades”, afirmou Barros.
Edição: Juliana Andrade
Fa

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