quinta-feira, 30 de junho de 2016

Procon apreende pipoca vencida há 16 anos sendo vendida na Paraíba

30/06/2016 10h08 - Atualizado em 30/06/2016 13h33

Procon apreende pipoca vencida há 16 anos sendo vendida na Paraíba

Produtos foram encontrados em mercadinho em zona rural no Sertão.
Fiscalização do Procon já apreendeu 5,2 toneladas de produtos.

Do G1 PB
Pipoca vencida há 16 anos ainda estava a venda em mercadinho.  (Foto: Maurício Alves / Procon)Pipoca vencida há 16 anos ainda estava a venda em mercadinho. (Foto: Maurício Alves / Procon)
Seis embalagens de uma marca de pipoca com o prazo de validade vencido há 16 anos foram apreendidas em uma fiscalização do Procon municipal de Patos, no Sertão paraibano. Mesmo estando estragados, os produtos ainda estavam à venda em um mercadinho na zona rural entre os municípios de Patos e Santa Gertrudes. Segundo o Procon, em menos de dois meses o órgão já apreendeu 2,5 toneladas de produtos fora da validade em estabelecimentos da cidade.
De acordo com o secretário do Procon de Patos, Maurício Alves, a validade das pipocas apreendidas era do dia 30 de abril de 2000. As fiscalizações começaram no dia 6 de maio deste ano.
Até a quarta-feira (29) cerca de 130 estabelecimentos já foram fiscalizados entre supermercados, mercadinhos, panificadoras e distribuidoras. Neste período, a maior apreensão aconteceu em um supermercado da cidade de Patos, onde foram encontrados 50 quilos de carne estragada, segundo o Procon.

Ainda segundo Maurício Alves, outra apreensão que gerou preocupação ao órgão foi a de vários produtos de laticínios que estavam sendo vendidos em lojas de conveniência. “Isso é muito preocupante porque estes produtos são geralmente consumidos por crianças e idosos.”, destacou Maurício Alves.

Os donos dos estabelecimentos flagrados com irregularidades foram notificados pelo Procon e receberam multa de até R$ 7,2 mil. O secretário do Procon destacou que os clientes devem ficar atentos ao prazo de validades dos produtos no momento da compra e denunciar irregularidades.
 

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