sexta-feira, 15 de julho de 2016

ADUSTINA-BA: PREFEITURA MUNICIPAL ," PRIORIZA A MELHORIA NA SAÚDE".

Sexta, 15 de Julho de 2016 - 10:20
Hoje (15)os agentes de endemias, receberam um kit completo para o combate aos focos de dengue em Adustina, o governo municipal adquiriu através da secretária municipal de saúde, está trazendo e modernizando as equipes de endemias que realizam trabalho no campo, e laboratoriais, e também o município agora conta com um pulverizador motorizado costal. e um microscópio de ultima geração.
O secretário de saúde Carlos José Dantas Santana, e o coordenador Jailson Rodrigues do nascimento juntos com o supervisor Luiz Roberto, e demais agentes, recebendo mais uma vez na gestão,   inovando e trazendo um  Kit completo de trabalho para os agentes de endemias.  
 

Vírus mais agressivo da dengue avança no Brasil

por Fabiana Cambricoli | Estadão Conteúdo
Vírus mais agressivo da dengue avança no Brasil
Foto: Venilton Kuchler/ ANPr
Embora a maioria dos casos de dengue no Brasil ainda seja causada pelo tipo 1 da doença, cresce em alguns estados a circulação do sorotipo 2, o mais agressivo dos quatro vírus existentes. Dados do mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, com estatísticas de 3 de janeiro até 28 de maio, mostram que, de um total de 2,2 mil amostras positivas para dengue analisadas em laboratório neste ano, 6,4% já são do tipo 2, ante 0,7% no ano passado. Além de ser considerado por especialistas o mais virulento dos quatro sorotipos da dengue, o tipo 2 ainda está relacionado a outro risco no país. Como parte da população brasileira já foi infectada pelo tipo 1, a ocorrência de uma segunda infecção por outro sorotipo aumenta o risco de desenvolvimento de uma das formas graves da doença, que podem levar à morte, como a febre hemorrágica. Segundo o infectologista Artur Timerman, presidente da Sociedade Brasileira de Dengue e Arboviroses, o risco maior em uma segunda infecção pela doença está relacionado à resposta imunológica do paciente que já contraiu o vírus uma vez. "Como já existem anticorpos contra um tipo de dengue no organismo, há uma reação inflamatória exacerbada, que prejudica o organismo, mas que não consegue neutralizar o novo sorotipo. O risco de desenvolvimento de uma forma grave da dengue é de 15 a 20 vezes maior quando se trata de uma segunda infecção". O grande número de brasileiros infectados pelo tipo 1 nas epidemias de dengue dos últimos anos é uma das razões que explicam o crescimento dos casos provocados pelo tipo 2, segundo especialistas. "Como o vírus tipo 1 da dengue está circulando há muito tempo no Brasil, já temos muitas pessoas imunes a ele. Quando há o contato dessa população com outro sorotipo, aumenta mesmo o número desses tipos de casos porque há mais pessoas suscetíveis a ele. E uma segunda infecção por dengue tem tendência a uma gravidade maior", explica Marcos Boulos, coordenador de Controle de Doenças da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo, onde o vírus já é responsável por 13,6% dos casos da doença, ante 0,5% em 2015.

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