quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Adustina-Ba:Missa de finados celebrada no cemitério Senhor do Bonfim.

Adustina-Ba:Missa em ação de graças ao dia de finados.


CELEBRAÇÃO DO DIA DE FINADOS

“Felizes os pobres em espírito, porque
deles é o reino dos céus”
Leituras: (Missa III)
Sabedoria 3, 1-9; Salmo 42 (42), 2.3.5bcd; 42 (43), 3.4.5;
Apocalipse 21, 1-5.6b-7; Mateus 5, 1-12.
COR LITÚRGICA: ROXA
Animador: Celebrar a morte cristã é
celebrar a esperança na vida eterna, que se encontra em Deus.
Todos sabemos que a morte não é o fim de tudo; é apenas o
início de um novo modo de existir, fundamentado no amor e na paz
que se encontra eternamente em Deus.
1. Situando-nos
brevemente
Neste dia recordamos, de modo especial,
os nossos mortos. Fazemos essa memória no Mistério da Páscoa
de Jesus, que venceu definitivamente a morte. Todos os que, pelo
Batismo, são incorporados a Cristo, com Ele ressuscitarão dente
os mortos à semelhança de sua ressurreição.
O Missal Romano e o Lecionário Dominical
apresentam três propostas diferentes para a liturgia de hoje. De
acordo com as necessidades pastorais, a comunidade faz a sua
escolha. Optamos aqui pelos textos da Terceira Missa.
2. Recordando a
Palavra
A palavra da Sabedoria gira em torno dos
conflitos justos versus injustos, chamados de insensatos.
O conflito ocorria pela hostilidade e perseguição advindas de
pessoas da cultura grega contra a fé e a cultura do povo judeu,
que habitava em Alexandria do Egito, por volta dos anos 50 a.C.
Para não serem marginalizados e perseguidos, muitos deixavam os
costumes e até a fé, perdendo a própria identidade de povo
escolhido.
Além disso, a crença na “teologia da
retribuição” estava em crise. A realidade mostrava o
contrario. Os corruptos e injustos viviam sossegados por longos
anos. Os justos eram atribulados, perseguidos, mortos na
juventude.
Para superar essa crise, a sabedoria
afirma com toda a convicção: “as almas (as vidas) dos justos
estão nas mãos de Deus, e nenhum tormento os atingirá (…).
Os justos estão em paz (…). Os justos, no dia do julgamento,
brilharão como fagulhas no meio da ‘palha’ e governarão as
nações, submetendo os povos, participando com o Senhor do
senhorio da história”. Deus e os justos são aliados
inseparáveis e, mesmo que venha a morte por causa da luta pela
justiça, os justos continuarão vivendo.
O Salmo 41 (42)/ 42 (43) expressa uma
saudade imensa de Deus e mantém nossa esperança de voltar a nos
encontrarmos com Ele. Deus se faz presente na vida em forma de
ausência sentida. Para falar da ausência, é usada a imagem da
corça bramindo de sede. Todo ser sem Deus seca e morre. Cantemos
este salmo na certeza de que Deus atende nossa sede profunda.
Ouvimos três versículos do Apocalipse
com uma revelação preciosa: “Pronto! Está feito! Acabou! Eis
que faço novas todas as coisas! (…). Eu sou o começo e o fim.
O vencedor receberá a herança!”. Quando tudo parecer acabado,
novas coisas surgirão, e quem se manteve fiel receberá sua
herança. Será tudo novo, sem dor, sem choro, sem luto. Nem
morte haverá.
No Sermão da Montanha (cf. Mt 5, 7-27),
Mateus reúne a nova justiça trazida por Jesus. As bem-aventuranças
abrem esse sermão, anunciando a felicidade verdadeira de ser
merecedor do Reino. São proclamações de salvação para
aqueles que aderem à comunidade dos seguidores de Jesus Cristo.
Existe o texto paralelo de Lucas 6, 20-26.
São duas formulações das palavras de Jesus. Em Mateus, são
oito bem-aventuranças e mais uma a se realizar com quem segue
Jesus; em Lucas são quatro bem-aventuranças e quatro
infelicidades. Esse gênero (ashrê em hebraico) é freqüente
nos salmos e na poesia sapiencial. São mandamentos como o
decálogo do Sinai. Revelam uma felicidade quase que humanamente
incompreensível. Reúnem promessas de bens excelentes e
exigências extraordinárias.
Mateus fala em “pobres em espírito!”.
É uma noção que vem do profeta Sofonias. São os anawim,
os que buscam Deus e a sua justiça, que mantém viva a Aliança
na espera do Messias. Esse espírito não é a inteligência ou o
Espírito Santo, mas é o centro, o coração, a totalidade da
pessoa. Essa expressão, de acordo com a mentalidade bíblica,
significa dinamismo, sopro, força vital.
Esses pobres são os que, por seus
sofrimentos e carências, aprenderam a confiar somente em Deus e
contar com seu socorro. “Em espírito” indica a interioridade
consciente: sabem que são pobres e também rejeitam a cobiça e
a ganância. O Reinado de Deus é para eles. A evangelização
dos pobres foi o sinal dado por Jesus aos discípulos de João
Batista, para reconhecerem que Ele era o Messias.
3. Atualizando a
Palavra
A Palavra de Deus é um apelo para sermos
pobres em espírito e nos propõe o aspecto dinâmico do ser
humano, de buscar a inteireza do ser. Expressa muita exigência e
não apenas desprendimento dos bens materiais. Ser pobre “em
espírito” nos leva a transformar a referência de uma
situação econômica e social em uma atitude para aceitar a
Palavra de Deus.
Este é um tema central das Sagradas
Escrituras, que nos convida a viver em total disponibilidade �
vontade de Deus e fazer dela nosso alimento. É uma atitude de
filhos e filhas, irmãos e irmãs dos demais filhos de Deus; ser
pobre em espírito é ser discípulo de Cristo. O discipulado
exige abertura ao dom do amor de Deus e solidariedade
preferencial com os pobres e oprimidos.
As demais bem-aventuranças referem-se a
outras atitudes do discípulo, do pobre: bom trato, aflição
pela ausência do Senhor, fome e sede de justiça, misericórdia,
coerência de vida, construção da paz, perseguição por causa
da justiça. Elas enriquecem e aprofundam a primeira bem-aventurança.
Neste dia de esperança, de comunhão com
que amamos e continuamos amando os que terminaram sua
peregrinação terrena, mesmo sem a presença física, a
Ressurreição de Jesus é uma luz cintilante para nossa fé na
vida. Temos certeza que todo mal já foi vencido e nos aguarda um
futuro onde a morte não existirá mais. É essa também a
certeza que temos quando a nossos pais, irmãos, amigos e a todos
que adormeceram no Senhor.
Temos que construir o novo céu e a nova
terra durante o tempo de nossa história, mas temos a confiança
que quem morreu, tendo guardado a fidelidade a Jesus Cristo, já
pode usufruir do novo céu e da nova terra sem fim.
4. Ligando a Palavra
com ação litúrgica
Damos graças ao Pai, Santo e fonte de
toda a santidade, participando do memorial da morte e
ressurreição do Cristo, o Bem-aventurado do Pai, o Alfa e o
Ômega, princípio e fim, que nos oferece, gratuitamente, a fonte
de água viva, seu Espírito Santo.
Antecipamos nossa participação na
assembléia celeste com todos os irmãos e irmãs que partiram,
os santos e santas que entoam incessantemente a Deus o louvor
pascal e que resplandecem como faíscas luminosas, provados com o
ouro no cadinho.
Suplicamos ao Pai, na certeza da
ressurreição, que nossos falecidos gozem da imortalidade, da
alegria plena prometida.
Nesta Eucaristia, retomando nosso Batismo,
o Espírito Santo realiza também em nós essa esperança,
participando da vitória pela qual Cristo nos faz continuamente
com ele reviver.
Oração dos fiéis:
Presid.: Dirijamos a nossa oração a Deus
Pai todo-poderoso, que ressuscitou dentre os mortos Jesus, seu
Filho e Senhor nosso, e peçamos-lhe a salvação para os vivos e
os falecidos.
1. Senhor, que Igreja testemunhe sempre diante de
todas as pessoas a sua fé em Cristo morto e ressuscitado.
Peçamos:
Todos: Senhor, dai-nos a sua luz!
2. Senhor, faça que participem da liturgia do
céu os bispos e sacerdotes que exerceram na Igreja o ministério
sagrado, para que. Peçamos:
3. Senhor, receba na comunhão dos Santos nossos
falecidos que receberam no batismo o germe da vida eterna e se
nutriram do Corpo e do Sangue de Cristo, pão de vida eterna,.
Peçamos:
4. Senhor, ajuda e consola os irmãos e irmãs
sofredores. Peçamos:
5. Senhor, reúna no seu reino glorioso por todos
nós, que aqui estamos reunidos, com fé e devoção. Peçamos:
(Outras intenções)
Presid.: Senhor, que a nossa oração possa
socorrer nossos falecidos; libertando-os de todos os pecados e
acolhendo-os no esplendor de tua face. Por Cristo, nosso Senhor.
T.: Amém.
III. LITURGIA
EUCARÍSTICA
ORAÇÃO SOBRE AS
OFERENDAS:
Presid.: Acolhei, ó Deus, as
nossas oferendas por nossos irmãos e irmãs que partiram, para
que sejam introduzidos na glória com o Cristo, que une os mortos
e os vivos no seu mistério de amor. Por Cristo, nosso Senhor.
T.: Amém.
ORAÇÃO APÓS A
COMUNHÃO:
Presid.: Fazei, ó Pai, que os
vossos filhos e filhas, pelos quais celebramos este sacramento
pascal, cheguem à luz e à paz da vossa casa. Por Cristo, nosso
Senhor.
T.: Amém.
BÊNÇÃO E DESPEDIDA:
Presid.: O Senhor esteja convosco.
T.: Ele está no meio de nós.
Presid.: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso,
Pai e Filho e Espírito Santo.
T.: Amém.
Presid.: Ide em paz e que o Senhor
vos acompanhe.
T.: Graças a Deus.




Os planos de assistência  familiar estão dando total apoio aos familiares presentes.
 SECOF:

SECOF-ADUSTINA-BA


  • A Secof é uma empresa de assistência familiar, que atendendo na região nordeste da Bahia. Temos como missão, oferecer serviços de qualidade buscando proporcionar conforto e tranquilidade para as famílias em um dos momentos mais difíceis da vida.
  • Missão
    Oferecer serviços de qualidade buscando proporcionar conforto e tranquilidade para as famílias em um dos momentos mais difíceis da vida.
  • PLAFAMA:
  • PLAFAMA-ADUSTINA-BA



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