sábado, 15 de abril de 2017

Apagão marcou a noite de Sexta-feira Santa em Adustina-BA

 Sexta-feira Santa, dia 14 de abril, é o único dia do ano em que não se celebra a Santa Missa.
o blog. www.adustinaadsa.com, registra imagens inéditas da noite de 14 de abril 2017, Sexta-feira Santa, apagão em Adustina, começou por volta das 18:00 h, e a energia elétrica´só voltou às 23 h 13, a população de Adustina, passou um inicio de noite com velas.
 Unidade Mista Hospitalar "Maternidade Maria dos Santos Almeida"(única repartição pública que não houve problema com a falta de energia elétrica.( existem gerador próprio )
 Praça Alice Virgens Vidal(Praça de Eventos)
 Praça de Eventos

Sexta-feira Santa: Via-Sacra no Coliseu de Roma recorda «banalidade do mal» e vítimas da violência

Agência Ecclesia

As meditações foram propostas por teóloga francesa

Cidade do Vaticano, 14 abr 2017 (Ecclesia) - As meditações da Via-Sacra a que o Papa vai presidir hoje, Sexta-feira Santa, no Coliseu de Roma evocam a “banalidade do mal”, numa proposta da teóloga francesa Anne-Marie Pelletier.
“São inúmeros os homens, as mulheres e até as crianças abusadas, humilhadas, torturadas, assassinadas, sob todas as dimensões do céu e em cada momento da história”, refere o texto da biblista, a primeira mulher a ser distinguida com o Prémio Joseph Ratzinger, uma espécie de Nobel da Teologia.
A Cruz que faz o percurso ao longo do Coliseu vai ser transportada, na 9ª estação, por dois religiosos portugueses.
As reflexões para as 14 estações que evocam momentos do julgamento, condenação e execução de Jesus Cristo apresentam-se com uma proposta diferente em relação ao esquema tradicional destas celebrações, para evocar a presença do mal na humanidade.
“Trata-se do nosso mundo, com todas as suas quedas e os seus sofrimentos, os seus apelos e as suas revoltas, tudo aquilo que clama a Deus, hoje, a partir das terras de miséria ou de guerra, nas famílias dilaceradas, nas prisões, nas barcaças sobrecarregadas de migrantes”, sustenta.
Anne-Marie Pelletier cita Santa Catarina da Siena, a judia Etty Hillesum, o teólogo ortodoxo Christos Yannaras e o pastor Dietrich Bonhoeffer, entre outros.
A Via-Sacra do Coliseu de Roma recorda ainda os monges assassinados em Tibhirine, sete religiosos trapistas sequestrados e mortos na Argélia em 1996.
“À prece «Desarmai-os!», ajuntavam a súplica: «Desarmai-nos!»”, refere a autora.
Para a biblista francesa, era necessário que “Jesus Cristo trouxesse a ternura infinita de Deus até ao coração do pecado do mundo”.
“Era necessário que a doçura de Deus visitasse o nosso inferno; era a única maneira de nos livrar do mal”, acrescenta.
A 14ª estação reflete sobre ‘Jesus no sepulcro e as mulheres’, rezando pelas mulheres “mulheres que honram, neste mundo, a fragilidade dos corpos que elas circundam de doçura e consideração”.
A tradição da Via-Sacra no Coliseu de Roma remonta ao século XVIII e foi retomada em 1964 pelo Papa Paulo VI.
Todos os anos, o Papa pede a um autor diferente a redação dos textos de reflexão apresentados nas estações da Via Sacra de Sexta-feira Santa, seguida por dezenas de milhares de peregrinos, com velas na mão.
Nos últimos anos, as meditações tinham sido confiadas ao cardeal Béchara Boutros Raï, patriarca de Antioquia dos maronitas (Líbano), com a colaboração de vários jovens do seu país (2013); ao arcebispo italiano D. Giancarlo Maria Bregantini (2014); ao bispo italiano D. Renato Corti, antigo responsável pela diocese de Novara (2015); e ao cardeal Gualtiero Bassetti, da diocese italiana de Perugia (2016).
OC

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