sexta-feira, 9 de junho de 2017

Homem natural de Euclides da Cunha fica tetraplégico após dar cambalhota em ‘pula-pula’

Bahia.

sexta-feira, 09 de junho de 2017 11:46

Homem natural de Euclides da Cunha fica tetraplégico após dar cambalhota em ‘pula-pula’

O vaqueiro já sofreu 11 paradas cardíacas e respira com a ajuda de aparelhos.
Foto: reprodução G1/BA
A nossa vida, a minha, a da nossa filha, mudou completamente”, diz Maria Márcia do Conselho Santos, esposa do vaqueiro Admilson, que ficou tetraplégico em 23 de abril, após quebrar a coluna enquanto brincava em um pula-pula, na cidade de Euclides da Cunha. Nesses dois meses, Admilson já sofreu 11 paradas cardíacas e respira com a ajuda de aparelhos.
O momento do acidente do vaqueiro foi filmado pela família. Nas imagens, Admilson está no pula-pula, quando tenta dar uma cambalhota, cai com a cabeça para baixo e sofreu fraturas na coluna. Ele já cai no pula-pula paralisado.
Foto: reprodução G1
Márcia e a filha, a pequena Maria, de 1 ano e 7 meses, estão em Feira de Santana, na casa de parentes, acompanhando a situação de Admilson. “Eu não tenho tempo de fazer minhas próprias coisas, porque estou fora de casa. Eu levanto cedo, ajudo as meninas em algumas coisas na casa, mas 10h já tenho que ir para o hospital. às 11h eu entro para a visita, 13h eu chego aqui de volta, aí almoço, tomo banho, e às 15h a gente volta para o hospital. E aí só retorna lá para as 18h”, explica Márcia.
A família de Admilson rapidamente providenciou socorro e levou ele para o Hospital Geral Clériston andrade, em Feira de Santana. O vaqueiro de 43 anos foi atendido, mas segundo a família, o neurologista informou que o paciente precisava de uma cirurgia urgente, e que a intervenção na coluna só aconteceu 12 dias depois.
Agnaldo Santos, irmão de Admilson, diz que está recorrendo à fé, para ver o irmão recuperado. “É pedir a Deus que, mesmo que seja em uma cadeira de rodas, como seja, ele permita que eu leve meu irmão para casa, para ele ver a filha dele crescer. Que Deus dê essa misericórdia da gente poder levar ele para casa”, disse.
G1/BA

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