sábado, 29 de julho de 2017

Jacobina comemora 137 anos; conheça a história do município

Jacobina comemora 137 anos; conheça a história do município




A sexta-feira não poderia terminar de maneira mais especial do que com o encontro do Democratas em Jacobina, no dia em que a cidade completou 137 anos de emancipação política. Foi muito bom rever tantos amigos e amigas, lideranças de todos os cantos da Bahia, todos juntos, lado a lado com o nosso grande líder, ACM Neto. O prefeito Joaquim Neto comandou a comitiva de Alagoinhas que levou mais força e energia para esse grande encontro organizado pelo prefeito de Jacobina, Luciano da Locar.
#ParabensJacobina
#EuQueroVerFazer
#OQueEleFez
#NetoOutraVez
#EstamosJuntos
O município de Jacobina completa hoje, dia 28 de julho, 137 anos de emancipação política. No entanto, sua história começou algumas centenas de anos antes, desde os primórdios do século XVII, quando houve o início do desbravamento da região em busca de ouro. Segundo os relatos históricos, os primeiros povoadores da região de Jacobina foram Melchior Dias Moreira, Antônio Brito Correia e os Guedes de Brito.

Ao longo dos séculos, a cidade foi tomando forma e, inusitadamente, bairros foram crescendo até mesmo nas serras que circundam a cidade. Com sua topografia acidentada, cheia de serras, vales e canyon, as construções nas serras de Jacobina são também atrativos para visitantes. Jacobina é dividia por dois rios: Itapicuru Mirim e Rio do Ouro, que se encontram na região central da cidade. Apesar do desmatamento, em épocas de cheias, os rios criam um cenário belíssimo, que encanta até mesmo os moradores mais antigos da cidade.
HISTÓRIA DE JACOBINA
A história de Jacobina Bahia data do início do século XVII, quando houve o início do desbravamento do território por aventureiros em busca de ouro. Foram os primeiros povoadores da região Melchior Dias Moreira, Antônio Brito Correia e, mais tarde, os Guedes de Brito. Estes últimos, acompanhados de vários colonos e escravos, dedicaram-se a agricultura e à criação de gado.
O desenvolvimento destas atividades e a alta produção de ouro das minas determinaram a criação de um arraial à margem do Itapicuru-Mirim, onde, rápida mas desorganizadamente, reuniu-se uma população bastante heterogênea.
Ao inteirar-se dos bons resultados da mineração, a Coroa Portuguesa, em 1722, elevou o povoado à categoria de vila, com o nome de Vila de Santo Antônio de Jacobina e sede na Missão de Nossa Senhora das Neves do Saí, aldeia indígena fundada por franciscanos em 1697.

Desse lugar, distante das minas, foi a sede transferida em 1724 para a Missão do Bom Jesus da Glória, outra aldeia de índios, também fundada por franciscanos, em 1706, e que ali construíram a igreja e o convento do Bom Jesus da Glória. Em 1726, por Provisão do Conselho Ultramarino, de 13 de maio, o governo da Metrópole mandou criar uma casa de fundição em Jacobina, instalada a 5 de janeiro de 1727. O resultado foi surpreendente, arrecadando-se em dois anos cerca de 3.841 libras de ouro.

Da linguagem indígena “Campo vasto”, Jacobina se abre em meio a grandes paredões, serras auríferas e grutas, em meio às águas límpidas dos lagos, rios e variadas cachoeiras. Rico também é o patrimônio histórico e cultural desta que é a “Cidade do Ouro”; herança dos tempos de exploração das minas, que atraíam os bandeirantes paulistas no início do século XVII.
Reduto de contemplação da natureza, é também rota certa para os fãs de esportes radicais. Rapel, treking, voo-livre, e biking são algumas das opções. Mas nem só de aventura vive a cidade. A noite de Jacobina tem agito garantido nas boates, bares e restaurantes, onde também se pode degustar a culinária regional – destaque para os famosos doces de marmelo, goiaba e banana.

O Mercado Municipal de Jacobina é o reduto do mais autêntico artesanato do sertão baiano, com trabalhos em couro, sisal, barro e cerâmica. Na Feira Livre, o destaque fica por conta da variedade de frutas da região e diversos objetos da cultura popular, além de ervas milagrosas, defumados e roupas, dentre outras miudezas. Situada na região noroeste da Bahia, no extremo norte da Chapada Diamantina, Jacobina fica a 330 km de Salvador. (Fotos: Robson Guedes)
LENDA
Reza a lenda que a cidade foi palco de um grande amor, entre o índio Jaco e a índia Bina, e que daí veio o nome Jacobina. Outra lenda há sobre uma cachoeira, que fica a cerca de 3 Km do centro da cidade, onde os dois índios teriam se beijado pela primeira vez, à essa cachoeira foi dada o nome de Cachoeira dos Amores.


0 comentários:

Postar um comentário