sexta-feira, 21 de julho de 2017

PMDB não será barriga de aluguel, dispara Lúcio sobre ida de Imbassahy e Ronaldo

PMDB não será barriga de aluguel, dispara Lúcio sobre ida de Imbassahy e Ronaldo


Por Luiz Fernando Lima | Fotos: Roberto Viana//Arquivo//BNews
O PMDB da Bahia não será barriga de aluguel. A declaração é do deputado federal e secretário-adjunto do PMDB na Bahia, Lúcio Vieira Lima, que também dirige o partido em Salvador. O peemedebista rechaça a possibilidade de entrada do deputado federal licenciado e ministro-chefe da secretaria de Governo, Imbassahy (PSDB) e do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (DEM) no ninho peemedebista.
Lúcio faz questão de elogiar os dois quadros políticos com os quais tem relações, mas deixa claro que o partido não carece de “candidato biônico” para compor a chapa majoritária de 2018 em aliança com o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM).
“O PMDB tem quadros importantes e com capacidade de compor a chapa majoritária. Temos o maior tempo de televisão. Somos o partido do presidente da República e temos história que não pode ser ignorada”.
O deputado federal diz ainda que a entrada de Bruno Reis, à época deputado estadual e atualmente vice-prefeito de Salvador, foi diferente e não atendeu a um tipo de estratégia de composição eleitoral. Bruno Reis chegou, de acordo com Lúcio, e deu provas de que pode integrar as linhas peemedebistas.
Com a possibilidade de gerir as três maiores cidades do estado (Herzem Gusmão em Vitória da Conquista, Colbert Martins em Feira de Santana e Bruno Reis em Salvador), o PMDB tem ainda uma pedida na chapa majoritária.
Este espaço tendia a ser ocupado por Geddel Vieira Lima, mas com os problemas judiciais e políticos o irmão mais velho dos Vieira Lima está impedido de disputar. “Todos os filiados do PMDB têm condições de assumir um lugar na chapa. Temos Leur Lomanto (deputado estadual e líder da bancada da Minoria na AL-BA), Pedro Tavares que também é deputado estadual, Fábio Mota que é secretário de Mobilidade, enfim temos quadros”, elencou.
O parlamentar não nega nem admite, mas ele próprio pode ocupar a vaga. O problema é que o desenho eleitoral precisa estar bem definido e os ventos soprando, de forma convincente, a favor. Não arriscaria uma eleição encaminhada por uma aventura eleitoral na disputa dura por uma vaga no Senado.
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